Quinta, 25 Abril 2019 17:34

Juiz do Trabalho é empossado como membro honorário por Adriana Guimarães

Da esq. para a dir., Múcio Nascimento Borges, Sergio Tostes, Adriana Brasil Guimarães e Antonio Laért Vieira Junior Da esq. para a dir., Múcio Nascimento Borges, Sergio Tostes, Adriana Brasil Guimarães e Antonio Laért Vieira Junior
O juiz Múcio Nascimento Borges, titular da 33ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1), com sede no Rio de Janeiro, tomou posse como membro honorário do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), na sessão ordinária desta quarta-feira (24/4), conduzida pela 3ª vice-presidente, Adriana Brasil Guimarães. Na sua primeira manifestação no plenário, o novo consócio agradeceu a sua indicação, feita pela presidente Rita Cortez, e disse que “o IAB representa o lar do conhecimento jurídico e do aperfeiçoamento do inafastável acesso à Justiça”. Ainda de acordo com o magistrado, “o Instituto é o norte do estado democrático de direito, despido de preconceitos doutrinários, filosóficos ou políticos”.
Múcio Nascimento Borges falou também da sua relação com os advogados: “Como membro do Judiciário trabalhista desde 1996, com relacionamento diário com dezenas de advogados em mais de 50 mil audiências, tento primar sempre pelo respeito e pela compreensão do árduo mister dos profissionais na sua luta diária nos fóruns da capital e do interior”. O novo membro honorário defendeu o livre exercício da advocacia. “Jamais esqueçamos que o advogado deve ser livre e independente, o único condutor de sua própria consciência, e qualquer ingerência nesta autonomia deve ser repelida em consonância com os ditames legais”, destacou.

Ao fazer a saudação ao novo consócio, o presidente da Comissão de Direito do Trabalho, Daniel Apolônio Vieira, se referiu a ele como “um dos grandes juízes da primeira instância da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, que trata com gentileza os advogados e magistrados”. O juiz do Trabalho, que optou por fazer parte da Comissão de Mediação, Conciliação e Arbitragem do IAB, explicou a sua escolha: “Até o advento da reforma trabalhista, tínhamos o dogma de que a mediação e a arbitragem seriam inviáveis no Direito do Trabalho, mas, com a mudança dos parâmetros, vemos que elas são indispensáveis ao futuro da Justiça trabalhista”.